Qual o valor de R$ 1,00? Quando é CARO e quando é BARATO?

Qual o valor de R$ 1,00? Quando é CARO e quando é BARATO?

A resposta mais rápida que vem a cabeça é que R$ 1,00 vale R$ 1,00, pois esse é o valor monetário, mas a retórica da pergunta é outra.

Para explicar o contexto e a referência, estou acompanhando, por curiosidade e aprendizado, os conteúdos da “Agora Financial Brasil”, que traz textos produzidos por Robert Kiyosaki, autor do livro “Pai Rico Pai Pobre”. Em um dos temas ele fala sobre “Falsos ativos” – A simples definição de ativos que não podem ser confiáveis é que eles são um ativo falso. Um ativo que promete te deixar mais rico mas que na verdade te rouba. – que gerou a  ideia deste artigo voltado ao marketing e empreendedorismo, que vou desenvolver com 3 perguntas:

Qual o Valor Percebido de R$ 1,00 GASTO?

Não sei se é o capitalismo ou nossa espécie humana, mas tendemos a dar mais valor a produtos do que serviços. Não estou generalizando, mas é  uma maioria, como Pedro Cardoso falou em um vídeo (que viralizou): “Se paga milhões em um apartamento, mas desvaloriza o trabalho do pintor que vai pintar o mesmo apartamento.”

É relevante ter em mente, que o bem material físico, como casa, móveis, veículos, etc., são falsos ativos, pois não trazem renda e ainda precisam de manutenção ou desvalorizam.

Claro que é prazeroso ter um imóvel bem decorado ou um carro confortável não é mesmo? Essa relação de desejo, inclusive, faz parte do marketing de experiência, onde o VALOR PERCEBIDO gerado é MAIOR.

Qual o Valor Percebido de R$ 1,00 INVESTIDO?

O principal ativo em uma empresa é aquilo que traz retorno, direta ou indiretamente, em qualquer segmento, de varejo a jurídico.

Então, qual o Valor Percebido para um bom treinamento de funcionário? Pós venda? Sistemas e programas de CRM e Funil de Vendas? Já ouvi relatos de profissionais que pagam do próprio bolso o sistema para auxiliar na performance ou tem que “se virar” no excel, pois “a empresa não vai gastar com essas bobeiras”. Neste contexto, os empresários e profissionais liberais se esquecem de que o marketing está totalmente atrelado à venda e o VALOR PERCEBIDO nessa situação é MENOR do que o assunto merece.

Qual o Valor Percebido de R$ 1,00 SEGURADO?

O valor gasto e investido está relacionado a percepções pessoais, que afetam a saúde da empresa, que não são geridas por inteligências artificiais (ainda, rs), mas sim por pessoas, que tem sentimentos, medos, traumas e muuuito ego.

O ditado popular “É melhor prevenir do que remediar” simboliza o Valor Segurado que não é aplicado em muitos casos.

Lembramos do Advogado quando precisamos de defesa em um processo judicial, de um engenheiro para validar a reforma já feita, e normalmente do médico quando a coisa fica feia. “Se TODOS tivessem a percepção do quanto é perdido (tempo e dinheiro) por empresas e pessoas físicas por não se cercar de segurança jurídica no dia a dia, em compras e quaisquer outros negócios cotidianos, os contratos e os Advogados seriam mais valorizados” como afirma Jeronimo Reis, Advogado e Consultor de Empresas.

O valor segurado não se enquadra isoladamente no valor gasto, nem no investido, mas ao mesmo tempo não deixa de ser, porém a percepção é outra, de prevenção, resguardo, segurança, etc. Se “investe” um pouco para evitar um “gasto” maior no futuro.

E pra você, qual o valor de R$ 1,00?

They’re not contagious. It’s still unknown. They are painful and alter the quality of life of the patient, making it difficult to talk, eat, drink. cialis malaysia Canker sores are not usually a serious health problem and usually reverse without sequelae between 7 and 14 days.

Isolamento social nos deixa longe dos familiares, amigos e clientes

“Ahhh, que saudade!! Saudade dos happy hours com a galera do trabalho, eventos sociais, churrascos entre os amigos ou mesmo aquele saudoso almoço de domingo com a família!”

Arrisco dizer que essa frase se aplica a 99% de toda população nacional, mesmo que em parte reduzida dos desejos relatados acima, é certo que essa pandemia atingiu todos, de diferentes formas. O Vírus é democrático, atinge a todos indistintamente, gerando medo e crenças pelo mundo. Ao nosso tema, vejo uma única direção: A mudança… De prioridade, comportamentos, rotinas, pensamentos, emoções, etc.

Ai vem a Grande Pergunta: “Como vender em época de crise?” Mas para alguns setores, a pergunta deve ser outra: “Como SOBREVIVER em época de crise?” Pois é fato, passar por uma crise nacional (que já é difícil) é uma coisa, outra é uma crise mundial, onde o grande adversário não é o seu concorrente, e sim o medo do desconhecido.

Abaixo um infográfico feito pela Dcode Economic & Financial Consulting representa os potenciais ganhadores e perdedores na economia durante o COVID-19, em âmbito mundial.

Ouvindo um podcast sobre empreendedorismo com Érico Rocha – famoso por ser referência em lançamentos digitais de infoproduto – ele fala sobre qual tipo de conteúdo o lançador deve focar em fazer, e dá um exemplo pessoal, onde ele estava surfando de forma amadora, mas seguindo indicações, tinha uma boa prancha, a melhor parafina para não escorregar, roupa adequada e tudo como manda o figurino, e ao tentar pegar a sua segunda onda, levou um “caldo da onda” que o derrubou e teve várias outras em sequência, o desorientando cada vez mais.

Nesse momento – conta Érico – quando estava debaixo d’água, sem respirar, ele não pensava em nada que não fosse RESPIRAR. Em nenhum momento pensou na prancha, muito menos nas técnicas que aprendeu antes de se jogar na experiência.

Sua única prioridade era chegar a superfície e encher os pulmões de oxigênio.

Trazendo para o mundo corporativo, entenda qual é o oxigênio para o seu avatar (seu público alvo, ou cliente ideal) e escolha uma das opções:

1 – Entregue o mapa da superfície para ele,

2 – Seja a superfície com o ar,

3 – Leve o equipamento de ar para ele.

Mesmo que para você seja simples “O Caminho do Ar”, dê esse oxigênio, o quanto for necessário. Depois que ambos estiverem em terra firme (confiança e segurança) você pode voltar a falar de aulas de mergulho, técnicas de surf ou similaridades.

Em tempos de pandemia, não force uma venda a qualquer custo.

Primeiro entenda se o seu produto ou serviço é o oxigênio que o cliente precisa nesse momento.

Se a resposta é sim, faço o que for preciso para ajudá-lo, de forma íntegra para ambos. A reciprocidade está implícita na nossa mente, e o cliente nunca vai esquecer, tenha certeza disso.

Se a resposta é não, saiba quem pode ser esse oxigênio e se mostre prestativo, levando formas inteligentes de resolver, use sua rede de contatos, mostre que se preocupa, pois as pessoas normalmente se relacionam com pessoas, não com marcas (esse assunto é para outro conteúdo).

Esse é a grande reflexão que quero compartilhar com vocês.

Crie relacionamento com reciprocidade, confiança e segurança, depois disso, gerar negócios acontecerá com naturalidade.

 

Trabalhar em casa é difícil? É sim, sinhô! Mas não é impossível

Trabalhar em casa é difícil? É sim, sinhô! Mas não é impossível. ⠀
Separamos algumas dicas para quem não tá conseguindo lidar bem com essa mudança. ?⠀

✅ TIRA O PIJAMA! ?⠀
Trabalhar home office é tipo natal, você se arruma para ficar na sala. Mas faz diferença. ⠀
Segundo estudos realizados por “Vozes da Minha Cabeça”, ficar de pijama te faz ter mais preguiça, pois seu subconsciente entende que é hora de relaxar, não de trabalhar. Portanto, siga sua rotina como um dia comum de trabalho, troque de roupa, se arrume, pega um cafézinho e bora! ⠀

✅ ESCOLHA O LUGAR! ?⠀
Se tiver um cômodo neutro na sua casa é o ideal, pois conseguirá dividir melhor o local de trabalho e o de descanso. ⠀
Se puder, evite quarto ou sala. Ambos trazem a sensação de lazer e descanso, sem contar que a cama/sofá ficará te chamando para uma sonequinha de 5 minutos. Caso não tenha outra opção, coloque fones de ouvido, uma música bem animada e tente resistir à tentação.⠀
✅ SIGA SEU HORÁRIO ?⠀
Quando você faz uma pausa do trabalho, seja para descanso ou almoço, seu raciocínio se “quebra”. Se você estiver com o horário estipulado, não vai iniciar um novo trabalho faltando 2 minutos para o almoço, por exemplo. Assim você consegue se organizar e finalizar as tarefas dentro do tempo correto.⠀

Se nada disso der certo, é porque você deixou de compartilhar alguma corrente em 2012 e seus 10 anos de azar ainda não acabaram. Sinto muito! ?⠀

No seu negócio, você está vendedor ou é vendedor?

[vc_row][vc_column][vc_column_text css=”.vc_custom_1572884657685{margin-bottom: 0px !important;}”]Olá amiga e amigo empreendedor,

Como viram no título, esse conteúdo é para falar de vendas.

Sim!

Venda!

Se você não trabalha com o comercial da empresa ou mesmo não acha que tem o perfil vendedor, eu tenho uma notícia pra você:

“Você pode até não saber, mas você é vendedor sim! Todos nós somos. Todos os dias.”

Como assim? Você pode até se perguntar, mas calma, vou explicar e depois dar o meu exemplo.

Você é um vendedor quando:

  • Está se vestindo para sair com seu parceiro, colocando uma roupa que combine, um bom perfume, arrumando o cabelo, etc

 

  • Quando está em uma entrevista de emprego, se vendendo como a solução para aquela vaga

 

  • Quando da uma tapa na sua casa ou apê, para receber uma visita

 

  • Chef de cozinha, que coloca a melhor folha de hortelã no prato, para agregar valor e beleza ao mesmo

 

  • Ainda na gastronomia; vemos muito isso em comida japonesa, aquelas barcas ou combinados perfeitos

 

  • Na comemoração de um gol, o jogador se vende para a torcida, mostrando empatia

 

  • Um médico se vende, quando ele dá toda a atenção do mundo no seu consultório. Normalmente queremos voltar nele para outra consulta.

 

  • Um advogado, demonstrando autoridade e conhecimento em uma situação complicada, tranquilizando quem ali esta.

Ficaria horas escrevendo, mas acredito que deu pra entender.

A única diferença é que nessas situações não existe metas nem pressão de quem faz disso sua profissão, mas não deixa de  ser venda, tenha certeza disso.

Iniciando o meu caso, sou oriundo da indústria gráfica, onde lá tive meus primeiros contatos com o atendimento, trabalhando com “arte-final”, depois de passar por praticamente todas as áreas da produção (e o que isso tem a ver com venda?) Nada! Literalmente..rs.. mas com o passar do tempo, fui me aperfeiçoando e estudando o design, e comecei a empreender, e com isso, sempre precisei que alguém “vende-se” pra mim, pois eu tinha comigo que NÃO gostava de venda.

Como a maioria das pessoas, sempre tive um pré-conceito com venda e vendedores, percebendo que a maioria era muito insistente, sem conteúdo ou sem noção (mas acredito que foi só referência da época e lugar)

De praxe, eu sempre treinei meus vendedores para entender sobre o assunto, serviços, produtos, etc, mas a história sempre se repetia. A maioria das vendas só aconteciam quando eu estava junto, e claro, o caminho foi um só: Eu tinha que vender!

Mas eu não tinha postura, técnica e muito menos “cacoete” de vendedor. Mas por necessidade, eu fui vender.

Claro que o sucesso em vendas não veio de uma hora para outra, eu tinha um taxa de conversão pequena, e com a falta de tempo e organização para vender e produzir, literalmente bater escanteio e cabecear, ficando em uma sinuca de bico.

Foi quando resolvi pedir ajuda para meu grande amigo e mentor Fernando Manzoli, para ajudar a encontrar de fato um vendedor que soubesse vender meu trabalho.

Foi ai que fui pego de surpresa, ele me falou: “Conheço uma pessoa ideal!” Eu muito feliz e sorridente, queria logo encontrar com ela, e ele, no seu apartamento me trouxe um espelho.

Foi ai que ele me explicou quais são as características de um bom vendedor, digo: CONSULTOR DE VENDAS:

– Conhecer TUDO sobre seu produto ou serviço;
– Gostar de falar com pessoas;
– Ter disciplina;
– Ouvir mais e realmente entender o problema do cliente;

E com isso, o principal (e pra mim o grande diferencial): Estar focado em resolver o problema.

Esse item até cabe n’outro conteúdo, que é a reciprocidade, que o Luiz Paulo abordou nesse video aqui.

Depois de algum tempo de treinamento VIP de técnicas de venda..rs.. eu deixei de “estar vendedor” para “ser vendedor”, continuei seguindo meus princípios que acredito, e hoje sou um empresário respeitado e tenho orgulho de falar: Sim, eu sou um VENDEDOR, e a agência tem uma taxa de conversão hoje perto de 85%.

Como? Simplesmente entendendo o cliente como ser humano, entendendo suas dores, oferecendo a ferramenta certa no lugar certo, nem que para isso tenha que recusar a venda do meu serviço, caso o problema dele não seja comunicação, e ajuda-lo a encontrar a melhor solução em outro produto ou serviço.

Não tem demérito se você não gosta de venda, mas se você é ou quer ser empreendedor, faça como eu, SEJA VENDEDOR, não ESTEJA VENDEDOR, mesmo que não trabalhe na venda direta.

Para encerrar, vou usar um texto que gosto muito, e é usado como lema entre Rotaryanos:

“Dar de si sem pensar em si.” O resto vem sozinho.

[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/4″][vc_single_image image=”640″ img_size=”full” style=”vc_box_outline_circle_2″ border_color=”green” onclick=”zoom”][/vc_column][vc_column width=”3/4″][vc_custom_heading text=”Carlos Marcolino” font_container=”tag:h2|text_align:left|color:%23aeca08″ use_theme_fonts=”yes”][vc_column_text css=”.vc_custom_1566486733193{margin-bottom: 0px !important;}”]Diretor Comercial
U2, Radiohead, café e vender, vender vender!

Fundador da inBOUL Design Visual que veio a se tornar a IB8 Comunicação, Charles (como é conhecido pela equipe IB8) é o responsável por fazer a máquina gerar.

Especialista em vendas e craque em gerar relacionamentos e resultados.

Instagram: @cmarcolino[/vc_column_text][vc_column_text css=”.vc_custom_1561563457118{margin-bottom: 0px !important;}”]

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Ah! Pode chamar no “zap” também
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